sábado, 19 de janeiro de 2013

"Janela Mágica" - Cecília Meireles


















Confesso que NUNCA havia lido NADA de Cecília Meireles (envergonhada).
Estou EN-CAN-TA-DA! 

Estou adorando participar deste Desafio de ler livros nacionais.

Trata-se de uma seleção de Crônicas da Autora.
Da Coleção Veredas, a 15ª Edição, da Editora Moderna.
Eu não sabia que foi Cecília Meireles quem fundou a primeira Biblioteca Infantil do País...

São Crônicas do século 20, porém muito  atuais.
Não consegui parar de ler...
Gostei de todas. Gostaria de postá-las aqui...
A autora escreve de maneira que te envolve, faz você vivenciar o escrito, ver com os seus olhos...

Sumário do livro (* para os que mais gostei:):
O cachorrinho engraçadinho ***
Reabilitação do cachorrinho engraçadinho ***
Escolha seu sonho ***
Compensação **
Uma gatinha branca ***
João, Francisco, Antônio ***
O fim do mundo **
Brinquedos incendiados ***
Natal *
Um cão, apenas ***
Uma gatinha branca ***
Floresta incendiada**
Se eu fosse pintor *
Jogos circenses *
Dias perfeitos **
Vestido preto **
Da solidão *
Três amigas ***
Compras de Natal ***
O homem e o seu espelho **
O anjinho deitado***
Presépio de barro *
  

Contracapa:

Um profundo mergulho dentro de nós mesmos

Uma seleção das melhores crônicas da grande poeta cecília meireles. Ela fala de tudo, como se expusesse a alma ante nossos olhos: reflexões sobre a vida, a morte, o materialismo, o egoísmo, a crueldade, o esvaziamento do Natal...Tudo, enfim, sobre a condição humana.

AUTOR E OBRA
 
          Cecília Meireles  nasceu no Rio de Janeiro em 07 de novembro de 1901, três meses  após a morte de seu pai. Antes de completar três anos de idade, perdeu sua mãe, passando então a morar com a avó materna, única pessoa sobrevivente da família.
           Em 1910, concluiu o curso primário e recebeu das mãos do Inspetor de Ensino, à época o poeta Olavo Bilac, uma medalha de ouro com seu nome gravado, como prêmio pelo esforço desempenhado durante o curso. Sete anos depois diplomou-se professora primária e passou a desenvolver intensa atividade como educadora.
Estudou também línguas, canto, violino.
Aos dezoito anos lançou o livro de poemas Espectros, pelo qual recebeu elogios da crítica especializada.

Em 1922 casou-se com o artista plástico português Fernando Correia Dias, e com ele teve três filhas: Maria Elvira, Maria Mathilde e Maria Fernanda, atriz de sucesso. Enviuvou em 1935, mas cinco anos depois contraiu segundas núpcias com o professor Heitor Grillo.

Em 1934 organizou a primeira biblioteca infantil do país. Em 1935 foi nomeada professora de Literatura Luso-Brasileira e, depois, de Técnica e Crítica Literária na Universidade do então Distrito Federal.